Investidor profissional: o que é, como se tornar um e quais os benefícios

Um investidor profissional não é apenas uma pessoa que sabe investir muito bem. Segundo a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), órgão regulador do mercado, existem categorias de investidores que determinam os produtos que estes tem acesso.

Existem ativos de maior risco e portanto, precisam de maior conhecimento de mercado para serem comprados, por isso a CVM classifica os investidores e a partir dessa classificação permite determinados tipos de investimento.

Mas vamos explicar isso do começo. Nesse artigo, você vai entender o que é um investidor profissional, quais as classificações de investidores e como você pode se tornar um.

Se você deseja se tornar um investidor profissional, preencha o formulário abaixo e deixe seu contato com a CM Capital!

O que é investidor profissional?

De forma simplificada, existem dois critérios para definir um investidor profissional, sendo eles:

  1. Ter investido, no mínimo, R$ 10 milhões atestados por declaração própria, ou;
  2. Ter autorização de atuação concedida pela CVM, mediante certificação técnica.

Mas existem outras formas de ser um investidor profissional, segundo a Instrução CVM Nº 554, de 17 de dezembro de 2014, são considerados investidores profissionais:

I – instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil;

II – companhias seguradoras e sociedades de capitalização;

III – entidades abertas e fechadas de previdência complementar;

IV – pessoas naturais ou jurídicas que possuam investimentos financeiros em valor superior a R$ 10.000.000,00 (dez milhões de reais) e que, adicionalmente, atestem por escrito sua condição de investidor profissional;

V – fundos de investimento;

VI – clubes de investimento, desde que tenham a carteira gerida por administrador de carteira de valores mobiliários autorizado pela CVM;

VII – agentes autônomos de investimento, administradores de carteira, analistas e consultores de valores mobiliários autorizados pela CVM, em relação a seus recursos próprios;

VIII – investidores não residentes.

Nessa classificação estão inclusas pessoas físicas e jurídicas, agentes autônomos, analistas, administradores de carteira e consultores de valores mobiliários. E se você tem R$ 10 milhões, você também pode entrar nessa categoria.

Investidor qualificado vs investidor profissional

Existe ainda outra classificação de investidor, o investidor qualificado, que é um nível abaixo na classificação dos investidores. Todo investidor profissional é qualificado.

O investidor qualificado precisa de apenas R$ 1 milhão investido ou ter a certificação que da direito ao registro na CVM.

Investidor qualificado: tudo que você precisa saber para se tornar um

Como se tornar um investidor profissional

Já entendemos o que é um investidor profissional, mas agora vamos ver o porquê você deve se tornar um e de que maneira isso ocorre.

Como já visto, a não ser que você tenha R$ 10 milhões investidos, o outro caminho para se tornar um investidor profissional é por meio das certificações técnicas.

Para isso é preciso estudar o mercado financeiro e realizar uma prova aplicada pela CVM. Existem diversos certificados do mercado financeiro e cada um possui uma especificação. Para se tornar um investidor profissional, é necessário ter a conquista de um desses: AAI, CEA, CNPI, CGA, CGE ou CFP.

Com a certificação em mãos, você fica habilitado a se tornar um investidor profissional.

Investidor profissional: o que é, como se tornar um e quais os benefícios

Investimentos destinados a investidores profissionais

Um dos motivos para se tornar um investidor profissional é a disponibilidade de títulos diferenciados e mais arrojados, muitas vezes com taxas de rentabilidade mais atrativas. Porém, junto a maior rentabilidade, crescem também os riscos. Por essa razão, a necessidade de maior conhecimento de mercado.

Entre os títulos disponíveis para investidores qualificados estão:

CRI e CRA

Os Certificados de Recebíveis Imobiliários e Agrícolas são investimentos de Renda Fixa de médio a longo prazo, isentos de Imposto de Renda. Os dois são similares, sendo diferenciados apenas pelo setor de investimento.

Essa modalidade de investimento não conta com proteção do FGC e são emitidos por companhias securitizadoras.

Debêntures incentivadas

A debênture é uma forma de captação de recurso para custear o pagamento de dívidas ou para financiamento de novos projetos de empresas privadas.

É um título de renda fixa, isento de Imposto de Renda e é emitido por empresas com capital aberto na Bolsa de Valores.

Debênture: a renda fixa com a rentabilidade mais atraente

FIP

O Fundo de Investimento em Participações é um fundo que investe em empresas, que podem ser de capital aberto ou fechado, também podem ser chamados de Private Equity, quando investem em empresas de capital fechado.

São investimentos em empresas com grande potencial de crescimento, como startups. Os FIPs tem alto potencial de retorno e são isentos de IR.

FIDC

Os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios tem como objetivo alcançar rentabilidade a partir de direitos de crédito, ou seja, recebimento de valores, que são as contas a receber, duplicatas e cheques de determinada empresa.

O FIDC funciona para aumentar a liquidez e fluxo de caixa da empresa, que retorna ao investidor a rentabilidade acordada. É uma opção para empresas, já que a emissão dos títulos otimiza a gestão financeira.

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FMIEE

O Fundo Mútuo de Investimento em Empresas Emergentes é o percussor do FIP. Nesse fundo são feitas apenas aplicações em empresas emergentes, enquanto para a composição da carteira do FIP é possível aplicar em Ações, Debêntures, Bônus de subscrição e outros títulos e valores mobiliários conversíveis ou permutáveis em ações.

Vale a pena ser um investidor profissional?

Essa conclusão só pode ser definida pelo próprio investidor. Caso você já tenha o valor necessário, se tornar um investidor profissional pode te dar acesso a novos investimentos para diversificar sua carteira e aumentar sua rentabilidade.

Caso tenha interesse nas certificações, elas podem abrir novos caminhos na carreira do investidor, permitindo que você acesse investimentos arrojados não apenas pra você, mas que consiga ajudar outras pessoas a construir uma carteira diversificada.

O melhor caminho é analisar seus objetivos. A partir daí, entender como ser um investidor profissional pode te ajudar a chegar lá.

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