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3 dicas de como operar minicontratos e obter bons resultados
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Semana contou com tensão no setor bancário europeu e no cenário político aqui brasileiro. Veja o que foi destaque.
CINDY ALVARES •
24 mar 2023 •
5 min de leitura
Semana com nada de novo no front. Apesar da pressão política sobre o Banco Central, a Selic foi mantida em 13,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A decisão já esperada pelo mercado, mas o teor do comunicado acabou surpreendendo por conta do pessimismo acerca da condução da política monetária brasileira.
Já nos Estados Unidos, os eventos recentes envolvendo o setor bancário também não foram suficientes para trazer uma pausa no aperto nos juros. O Fed fez um ajuste de 25 pontos base na taxa base norte americana. O teto passou a ser de 5%.
Apesar do banco central americano reforçar que está preparado para turbulências durante o processo de desinflação, o presidente do Federal Reserve, Jerome Powel, deu sinais de que o trabalho contra a inflação possa estar chegando ao fim.
O Banco da Inglaterra (BoE) seguiu o ritmo do Fed e também elevou a sua taxa bancária em 25 pontos-base, para 4,25%, dentro das previsões do mercado. Foi a 11ª alta consecutiva.
Mas como nem tudo é juros no mercado financeiro, outros eventos também movimentaram a semana. Não conseguiu acompanhar tudo? Veja a seguir os destaques dessa semana ( 20 a 24 março) para o mercado financeiro.
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Entre os índices macroeconômicos, os PMIs foram os destaques. O índice gerente de compras de serviços na ZE avançou pelo terceiro mês seguido, passando de 52,7, em fevereiro, para 55,6, em março. Foi o maior nível desde maio do ano passado. Já o industrial recuou novamente, de 48,5 para 47,1 na mesma comparação, e está na mínima de quatro meses.
Na Alemanha, PMI Composto subiu a 52,6 em março, já o industrial da Alemanha sofreu uma inesperada queda, de 46,3 em fevereiro para 44,4 em março, atingindo o menor patamar em 34 meses. O índice do setor industrial da França saiu de 47,4 para 47,7 pontos, operando em terreno recessivo (abaixo dos 50 pontos), abaixo da expectativa de mercado.
VEJA TAMBÉM – Atividade Econômica no Brasil: resultado e perspectivas (cmcapital.com.br)
Depois do sufoco do Credite Suisse na semana anterior, foi a vez do Deutsche Bank chamou a atenção na Europa. Os swaps de inadimplência de crédito do banco – uma forma de seguro para os detentores de títulos de uma empresa contra a inadimplência – dispararam essa semana.
Esse movimento revelou uma preocupação dos investidores quanto a situação do setor bancário. Ações do banco desabaram nesta sexta-feira (24).
A estatal esteve em evidência essa semana. Além da aprovação da nova diretoria indicada por Jean Paul, a petroleira está em estudos de desinvestimentos para atender uma solicitação do presidente Lula de suspender a venda de ativos.
O preço médio de venda do diesel da Petrobras para as distribuidoras também ficou mais baixo na última quinta-feira (23). Com a redução foi de R$ 0,18 por litro, o valor passou de R$ 4,02 para R$ 3,84 por litro.
Por fim, o Conselho de Administração da Petrobras reivindicou uma correção da remuneração fixa dos administradores da companhia em 43,88%.
Com o mercado em desaceleração, ao menos quatro montadoras anunciaram férias coletivas entre março e abril em suas fábricas no Brasil. As paralisações na produção vão ocorrer em unidades da General Motors, Hyundai, Volkswagen e Stellantis, que reúne marcas como Fiat, Peugeot, Citroen.
Além da falta de componentes para produção, as paradas visam adequar a produção à demanda do mercado. Na prática, as montadoras vão pisar no freio para evitar a formação de grandes estoques, motivados pelo atual cenário econômico.
Depois que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva solicitou estudos adicionais sobre a proposta da nova regra fiscal, o assunto encerrou a semana sem novidades. A proposta só ficou de ser revelada após o retorno de Lula da viagem que fará a China, que também foi adiada após o presidente ser diagnosticado com pneumonia.
Fim do mistério sobre quem o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) escolheria para assumir os dois postos pendentes na diretoria do Banco Central. Rodolfo Fróes para ficou com a pasta de Política Monetária e Rodrigo Monteiro como titular da área de Fiscalização da instituição. Os dois nomes foram indicados ao chefe do Executivo pelo ministro Fernando Haddad (Fazenda).
Além da “guerra de braço” de Lula com o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, outra situação tem mexido com os ânimos em Brasília: o desacordo entre os presidentes da Câmara e do Senado, que pode gerar dor de cabeça ao presidente Lula.
Existem 13 Medidas Provisórias do governo federal para serem votadas. De um lado, Lira, presidente da Câmara, está disposto a agilizar o processo e a as pautas pendentes. Do outro, Pacheco, presidente do Senado, reinstalou comissões mistas para analisar as medidas do governo, o que cria mais burocracia e morosidade para a votação.
Entre os temas parados, que podem vencer nas casas, estão a recriação do Bolsa Família e o da Minha Casa, Minha Vida.
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