Você conhece o seu perfil do investidor?

O grande desejo de quem investe é montar uma carteira que traga bons resultados. Contudo, essa nem sempre é uma tarefa fácil. Afinal, não existe uma fórmula perfeita — é preciso respeitar as particularidades e objetivos de cada pessoa. Nesse momento, é fundamental falar sobre o impacto do perfil do investidor nas escolhas de ativos.

Inevitavelmente, investidores com diferentes personalidades, fases da vida e objetivos pessoais distintos aplicarão em produtos díspares. Existem múltiplas alternativas no mercado financeiro, e saber quais se adéquam às suas necessidades pode fazer a diferença.

Conhecer o próprio perfil é essencial nesse sentido, então conferir as características centrais dos três tipos de investidor tende a ajudar. Acompanhe o conteúdo!

O que é o perfil do investidor?

Antes de conhecer qual é o seu, é importante entender do que se trata o perfil de investimento. Basicamente, esse é um termo que engloba os três principais tipos existentes no mercado: conservador, moderado e arrojado. Eles são categorizações que agrupam investidores em diferentes níveis de maturidade, objetivos pessoais e riscos. Além disso, ajudam a entender como a pessoa tende a lidar com o próprio dinheiro.

De que forma o perfil do investidor impacta a carteira de investimentos?

Normalmente, o portfólio de investimentos de uma pessoa reflete seus desejos futuros. Enquanto aqueles que buscam por retornos rápidos tenderão a correr mais riscos, os que aceitam esperar para obter resultados — sem abdicar da segurança — investirão em produtos menos arriscados.

Desse modo, a carteira desses dois tipos de investidores será completamente diferente. Cada uma se comportará de uma forma, e entender os padrões dela é importante, como a correlação dos ativos, a diversificação e o alinhamento entre os produtos escolhidos e rentabilidade esperada.

Quais as principais características dos diferentes perfis?

Para responder às perguntas acima, é relevante conhecer os três perfis existentes no mercado. Confira os aspectos de destaque que os identificam a seguir!

Conservador

No universo dos investimentos, é comum se deparar com o chamado tripé. Ele é formado pelos seguintes pilares: liquidez, rentabilidade e risco. Em geral, não existem investimentos que ofertem todos esses aspectos de forma positiva e de uma só vez. Logo, em união com objetivos bem delimitados, é interessante analisar como a aplicação em vista se comporta na tríade antes de realizar o investimento.

Dito isso, o investidor de perfil conservador costuma priorizar a segurança. Ou seja, tende a escolher investimentos que tragam resultados sem arriscar seu patrimônio — mesmo que eles sejam mais lentos.

Sendo assim, é recomendado que analisem a liquidez, que é a capacidade de transformar um produto financeiro em dinheiro com rapidez. Isso porque alternativas com baixo risco, baixa liquidez e baixa rentabilidade não tendem a compensar. Geralmente, os produtos favoritos do perfil do investidor conservador são os da renda fixa. Isto é:

  • Títulos do Tesouro;
  • Certificados de Depósito Bancário (CDBs);
  • Letras de Crédito Imobiliário e Letras de Crédito do Agronegócio (LCIs e LCAs);
  • Fundos de renda fixa, entre outros.

Moderado

Os investidores de perfil moderado também se sentem mais confortáveis com produtos que oferecem uma maior segurança. Porém, estão dispostos a correr alguns riscos para alcançar maiores rentabilidades.

Desse modo, além de investir em produtos da renda fixa, eles também podem se aventurar em alternativas da renda variável. Alguns exemplos de investimentos comumente encontrados em carteiras moderadas incluem:

  • Debêntures;
  • Ações;
  • Fundos de Investimento;
  • Títulos do Tesouro;
  • CDBs, entre outros.

Arrojado

Diferentemente dos dois perfis do investidor apresentados, esse está mais disposto a correr riscos. Isso porque busca por maiores rentabilidades em um período menor. Assim, no tripé, costuma priorizar altos rendimentos, investir em riscos maiores e, consequentemente, abrir mão da liquidez.

Essa não é uma regra, mas é interessante que investidores com esse perfil observem a relação antes de investir. Exemplos de investimentos que contemplam os arrojados incluem:

Como descobrir o perfil de investidor?

Saber qual é o seu perfil, teoricamente, é simples. Em geral, corretoras de investimentos e bancos costumam aplicar um teste rápido. Assim, após responder algumas perguntas, já é possível compreender em qual das categorias apresentadas você se enquadra. No entanto, na prática, esse pode ser um processo mais complicado. Afinal, é preciso entender onde se deseja chegar ao investir.

Sem objetivos claros, o investidor pode não tomar as melhores decisões para suas necessidades. Dessa forma, é imprescindível buscar por educação financeira e entender como as alternativas disponíveis podem aproximar quem investe de seus sonhos com maior rapidez. Isto é, de forma estratégica, inteligente e alinhada a cada demanda.

Quais são as dicas de investimento adequadas aos perfis?

Em linhas gerais, investidores conservadores devem atentar às oportunidades do mercado. Muitos investimentos que priorizam a segurança são oferecidos com taxa zero, então é recomendado buscar pelas corretoras de valores com as melhores condições. Já os moderados, além de fazer o mesmo, também devem atentar ao quão arriscado é o produto.

Apesar de aceitarem correr alguns riscos, é fundamental ler o prospecto e conhecer o regulamento antes de tomar decisões. Assim, é possível se conscientizar dos riscos sozinho e controlar o rumo da própria carteira. Por fim, os investidores arrojados também devem atentar às taxas — em especial às de corretagem e administração. A depender do investimento, taxas altas nesse sentido podem prejudicar os resultados.

Independentemente do perfil, e dado que investidores arrojados também podem incluir alternativas conservadoras do portfólio, é imprescindível conferir se o investimento é ou não coberto pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

Ele garante até 250 mil reais por CNPJ ou CPF, limitando o teto a 1 milhão de reais. Dessa forma, se a corretora em questão quebrar ou outro problema ocorrer, o investidor reduzirá as perdas. Nem todos os investimentos são cobertos pelo FGC. Por isso, é importante se informar antes da aplicação.

Ao unir essas sugestões com os conhecimentos adquiridos em relação às características de cada perfil do investidor, será mais simples tomar decisões alinhadas às metas futuras. Então, releia este artigo sempre que tiver dúvidas sobre o assunto, conte com a CM Capital e.PLUS e dê um PLUS em seus investimentos!

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