Quer investir em Operações estruturadas?

O conceito de operações estruturadas se refere a um conjunto de ativos que é formado para alcançar um objetivo específico. Trata-se de um passo interessante para quem quer melhorar a rentabilidade dos seus investimentos por meio de estratégias personalizadas. Ainda assim, é natural que as dúvidas surjam no primeiro contato com essas estruturas.

Pensando nisso, criamos este conteúdo especial em parceria com João Lux, Analista de Produtos da CM Capital e especialista no assunto. Esta leitura vai ajudar você a entender melhor o conceito, suas vantagens, os critérios para montar sua carteira, os tipos de ativos envolvidos e os primeiros passos para começar a investir. Confira!

Quais são os objetivos e as vantagens dessa estratégia?

Os objetivos das operações estruturadas, como explica João Lux, se distinguem em dois pontos principais. O primeiro seria o tipo de estrutura que possibilite “participar de um movimento de alta” — ou seja, inserir o investidor em movimento de compra de ações com previsão de valorização, alavancando seus ganhos. O outro tipo seria de proteção, cujo principal objetivo é evitar perdas, garantindo a estabilidade.

O ponto é que existem inúmeras possibilidades para elaboração dessas operações. Consequentemente, os objetivos podem ser mais ou menos audaciosos, a depender da disposição de cada investidor para assumir riscos. Aqui entra uma primeira vantagem que o Analista de Produtos da CM Capital destaca: a segurança!

“Vivemos momentos de incerteza com o coronavírus”, lembra João. Ele explica que alguns papéis estão mais instáveis, variando bastante. Logo, a operação pode ser uma estratégia de proteção. “Supondo que você tenha uma ação dessa na sua carteira e você não quer se expor a essa variação, você pode montar uma estrutura que te possibilite um determinado nível de ganho, protegendo você contra a queda”.

Já para quem busca maior rentabilidade, as estruturas também podem ajudar. “O que vai definir qual o resultado da operação é como você vai combinar esses ativos”, explica João. “Primeiro você precisa entender qual é o seu objetivo: se é buscar um ganho até um determinado nível com um determinado nível de proteção também ou mesmo alavancar seu ganho”.

Como escolher a carteira de ativos?

Um ponto que João ressalta é a possibilidade de criar operações estruturadas com alto nível de personalização, de acordo com o perfil e os objetivos específicos de cada investidor. Por isso, o primeiro passo é justamente mapear suas demandas e entender onde você quer chegar, além do nível de risco que está disposto a assumir.

Uma referência é a estrutura conhecida como Butterfly, oferecida por diversas instituições de investimentos. “A corretora recomenda a Petrobras”, João exemplifica. “A ação está em R$30 e eles sugerem comprar com preço-alvo em R$40; normalmente, as carteiras recomendadas têm essa recomendação de preço-alvo. Então, eu posso potencializar meu ganho mirando os R$40”.

Na prática, as previsões são de uma valorização de R$10, então a estrutura tem como objetivo trazer esse rendimento sem grandes riscos. A questão é que essas ações costumam exigir um investimento maior, algo que nem sempre as pessoas físicas podem fazer.

A motivação da escolha, nesse caso, está no valor que o investidor tem à disposição, que é reduzido. “Se eu fosse comprar lá 100 papeis de Petrobras, que é um lote, daria R$ 3.000. Com uma operação estruturada dessa de butterfly, eu posso participar de um movimento de alta do papel mirando em R$ 40 precisar investir R$ 3.000”.

Resumidamente, os três critérios a serem considerados na escolha da carteira são:

  • objetivo específico do investidor (proteção, alavancar retorno etc.);
  • rentabilidade;
  • liquidez.

Na estratégia acima, o investidor entra como parte de um grupo de compradores. Assim, é possível participar com valores menores do que o mínimo necessário para a compra do lote de papéis.

Quais ativos podem integrar operações estruturadas?

Um mito no meio dos investimentos é que só a renda variável pode compor uma estrutura. Como João detalha, “existe uma infinidade de operações estruturadas; você pode fazer inclusive com títulos de DI”. Isso pode significar, em certo momento, combinar renda pré-fixada e variável.

Um exemplo de como a estratégia é elaborada pode ser vista em uma das estruturas oferecidas pela própria CM Capital, chamada Plus Ultra. “Suponha que hoje você está em renda fixa e quer ir pra variável, quer investir em ações mas têm esse receio (de assumir grandes riscos); essa estrutura vai te proporcionar uma proteção contra queda até um determinado nível, atrelado a um ganho garantido”.

João recorre ao mesmo exemplo dos ativos da Petrobras para delinear as possibilidades. “Você quer comprar petro, mas está um pouco inseguro e vai investir na estrutura; ela tem um prazo de vencimento, normalmente um ou dois meses”. O que a Plus Ultra permite é uma rentabilidade garantida dentro de uma margem de segurança.

“Se a estrutura foi montada garantindo 2% de ganho, nós garantimos esse ganho com uma proteção de queda de até 10%”, continua João. “Então, o papel caiu 5 ou 6%, não interessa; se a Petrobras durante esse mês cair menos de 10%, você está protegido e tem ainda o ganho garantido”.

Veja que os ativos podem variar e a escolha é guiada pelos seus objetivos. Nesse cenário, a estrutura também limitará seus ganhos a 2%, mesmo que os papéis sejam valorizados em uma taxa acima disso.

O que é preciso para começar a investir?

João destaca que é preciso superar o mito de que investir em renda variável é uma questão que envolve necessariamente correr grandes riscos. A estratégia depende justamente de um planejamento que considera o perfil do investidor, suas possibilidades de investimento e a disposição a assumir riscos. O tipo de estrutura será desenhado para atender às demandas de cada pessoa.

Além disso, um critério importante que João destaca é que o investidor já tenha “uma parcela da carteira em renda fixa” para passar à variável. Dessa maneira, ele “pode avançar para variável, o que vai trazer um equilíbrio saudável”. João estima que o saldo necessário para iniciar o investimento seja de R$ 5.000 a R$ 10.000.

Por fim, ele destaca que é fundamental “buscar orientação do assessor ou do analista que o acompanha para entender se aquele papel que tá sendo usado para montar a estrutura tem boas perspectivas e se está de acordo com o perfil do investidor”. A CM Capital, por exemplo, é especialista nesse quesito.

Com o suporte de assessores com alto nível de capacitação técnica e experiência de mercado, a CM Capital proporciona a tranquilidade que você precisa para investir de acordo com seu perfil e suas expectativas. Assim, você encontra uma operação estruturada que atende às suas demandas e começa sua jornada com investimentos variáveis com a segurança que precisa para ter sucesso.

Agora que você já entende como funcionam as operações estruturadas, coloque essa estratégia para trabalhar a seu favor. Conte com o apoio de quem é especialista no assunto e conquiste resultados cada vez melhores com seus investimentos!

Se quer entender como dar seus primeiros passos, entre em contato com a CM Capital e fale com quem é referência no assunto!

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